quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Capítulo 71



~POV Cody Simpson~
Depois de sairmos da piscina coloquei uma roupa seca, já estava perto da hora do almoço. Manu e Alli estavam fazendo a comida. Almoçamos e mandei a Manu repousar, então subi pro meu quarto com ela, Alli e Jake foram pro quarto dela. Deitamos na cama e ficamos ouvindo música em uma rádio, começou a música ‘vagalumes’.
Ambos:Vou caçar mais de um milhão de vagalumes por aí, pra te ver sorrir eu posso colorir o céu de outra cor, eu só quero amar você, e quando amanhecer eu quero acordar.. Do seu lado.”
Manu: Vou escrever mais de um milhão de canções pra você ouvir, que meu amor é teu, teu sorriso me faz sorrir, eu Vou de Marte até a Lua, cê sabe já to na tua, e não cabe tanta saudade essa verdade nua e crua, eu sei o que eu faço nosso caminho eu traço, um casal fora da lei ocupando o mesmo espaço.”
Cody: “Se eu to contigo não ligo se o sol não aparecer, é que não faz sentido caminhar sem dar a mão pra você, teu sonho impossível vai ser realidade, sei que o mundo ta terrível, mas não vai ser a maldade que vai me tirar de você, eu faço você ver, pra tu sorrir eu faço o mundo inteiro saber que eu...”
Ambos:Vou caçar mais de um milhão de vagalumes por aí, pra te ver sorrir eu posso colorir o céu de outra cor, eu só quero amar você, e quando amanhecer eu quero acordar.. Do seu lado.”
Manu: “Pra ter o teu sorriso descubro o paraíso, é só ver sua boca que eu perco o juízo por inteiro, sentimento verdadeiro eu e você ao som de Janelle Monáe, vem deixa acontecer.”
Cody: “Me abraça que o tempo não passa quando cê ta perto, dá a mão e vem comigo que eu vejo como eu to certo, eu digo que te amo cê pede algo impossível, levanta da sua cama, hoje o céu está incrível.”
Ambos:Vou caçar mais de um milhão de vagalumes por aí, pra te ver sorrir eu posso colorir o céu de outra cor, eu só quero amar você, e quando amanhecer eu quero acordar.. Do seu lado.”
Cody: Faço dos teus braços um lugar mais seguro, procurei Paz em outro abraço, eu não achei eu juro.”
Manu: “Saio do compasso, passo apuros que vier, abro a janela pra que você possa ver...”
Ambos:Vou caçar mais de um milhão de vagalumes por aí, pra te ver sorrir eu posso colorir o céu de outra cor, eu só quero amar você, e quando amanhecer eu quero acordar.. Do seu lado.”
Sorrimos ao fim da música.
“Há um tempão não cantávamos juntos, né?”
“Verdade.” Sorriu.
“Sentia falta disso.”
“Essa música tem muitas partes que se encaixam com a nossa vida...”
“A maior parte, princesa.”
“Cody...”
“Oi?”
“Eu aceito.”
“Aceita o que?” Perguntei com uma cara confusa.
“Voltar com você.”
“Sério?”
“Sim, você me mostrou que me ama e o que você ta fazendo por nós...” Colocou a mão na barriga. “... Não tem preço.” Fez uma pausa. “Eu também, não dá pra ficar muito tempo sem ter você.”
“Você me teve esse tempo todo e sempre vai ter.” Me aproximei um pouco dela. “Sempre.”
Ela abriu um sorriso. “Pode devolver minha aliança?”
“Claro.” Fui até o guarda roupas e peguei a caixinha das alianças, deitei novamente e a abri.
Ela esticou a mão pra mim, depositei um beijo e coloquei a aliança. Ela fez o mesmo.
“Posso te pedir pra dizer que me ama?”
“Não precisa nem pedir.” Limpei a garganta. “Eu te amo, I love you, te quiero, Je t'aime, Unë të dua, Ich liebe dich, Is breá liom tu, Ti amo, Te iubesc, Tôi yêu các bạn, Ek is lief vir jou.”
Ela levou as mãos até a boca. “Meu Deus! Levou quanto tempo pra decorar?”
“Decoro desde que estamos juntos.” Estiquei o braço pra abrir a gaveta, peguei o papel em que estavam escritos todos os “eu te amo” e entreguei pra ela. “Ta aqui.”
“Posso guardar?” Ela perguntou após passar os olhos pelo papel.
“Claro que pode.”
“Um dia eu gravo e te falo.”
Ri. “Mas agora me fala um normal mesmo?”
“Eu te amo, Cody Robert Simpson. Te amo muito.”
Dei vários selinhos nela, mas o celular dela nos interrompeu.
“Alô?... Tudo e por aí?... Não, to na casa do Cody e da Alli... Deixa eu ver aqui...” Deixou o celular de lado. “Amor, minha irmã quer brincar com o Gabe, ela pode vir?”
“Claro, vou conhecer minha lil cunhada.”
Ela voltou pro telefone. “Pode falar pra ela vir... Okay, vou esperar, xoxo.”
“Ela vem?”
“Em alguns minutos o Fernando traz ela.”
“Quer descer pra esperar ela?”
“Quero sim.” Ela levantou e me esticou a mão.
Levantei e beijei ela no impulso. Descemos e sentamos no meio fio da calçada. Jake foi embora e Alli foi encontrar minha mãe pra irem até o shopping. Em alguns minutos Fernando chegou com a Laura, deixou ela e foi embora. Ela nos cumprimentou e levantamos indo em direção à minha casa.
“Então você é minha little cunhada?”
Ela sorriu tímida. “Acho que sim.”
“Quando eu te conheci nós não estávamos juntos.” Manu disse. “Ele é o Cody, meu namorado.”
“Prazer Cody, eu sou a Laura.”
“Bom te conhecer, baixinha.”
“Não liga, ele chama os mais novos de baixinho ou baixinha.”
“Já é mania.” Ri.
Levamos ela até o quarto do Tom e o Gabe parou de jogar ao ver ela, é ele deveria estar gostando dela...
“Volta a jo... Quem é?” Apontou pra Laura.
“É a Laura, que eu falei.”
“Mô, to com fome, vamos deixar eles aqui e ir pra cozinha?”
“Vamos, qualquer coisa chamem.”
Descemos pra cozinha e sentamos na bancada.
“O que você quer comer?”
“Tem batatinha?”
Chequei no armário. “Tem.”
“Nutella?”
Olhei pra ela com da ‘hãm?’
“Qualé? Gravidez, esqueceu?” Ela riu.
“Ah é...” Chequei novamente o armário. “Sua sorte, minha mãe comprou.” Peguei a batatinha e a Nutella e coloquei em cima da bancada.
“Pega um potinho, por favor?”
Peguei pra ela e me sentei de novo.
Ela mistura tudo no pote e começou a comer. “Quer?”
“Não, obrigado mô.”
“É bom.”
Fiz uma careta. “Acho que não, heim.”
Quando ela acabou ficamos namorando um pouco na cozinha, beijos e nada mais. Umas 17h, Fernando veio buscar a Laura e ouvimos uma pequena discussão lá em cima ao fecharmos a porta.
“Gabe e Tom?” Ela perguntou.
“Vamos lá ver o que ta acontecendo.”
Subimos e os dois estavam sentados de lados opostos da cama batendo boca, mas pararam quando nós entramos.
“O que ta acontecendo?”
“Nada.”
“Vai, podem começar a falar.”
“Não aconteceu nada.”
“E porque vocês estão brigando?”
...
“Eu converso com o meu e você conversa com o seu, feito?”
“Feito.”
Ela levou Gabe pro meu quarto e eu fiquei com Tom no dele.
“Vai, começa a falar, baixinho.”
“O Gabe quer ela pra ele.”
“Laura?”
“É, mas eu que gostei dela.”

“Acho que temos um problema então... Os dois gostam dela, mas vale a pena estragar a amizade de vocês?”
“Não sei, ele disse que ele viu ela primeiro então ela é dele.”
“Vocês tem que conversar, mas a amizade de vocês é maior que a briga pela Laura, pensa nisso.”
“Ta dizendo isso porque não teve que brigar com ninguém pra ter a Manu.”
“Lógico que eu tive e ela também. No nosso caminho teve a Hailey, a Stella, o Harry...”
“Nenhum era amigo.”
“Tommy, não complica. Eu to tentando ajudar. Vocês não podem acabar com a amizade de vocês.”
“Vou pensar, se ele vier falar comigo quem sabe a gente possa continuar com a amizade.”
“E porque você não fala com ele?”
“Eu não, ele que venha.”
“Okay, vou ver como a Manu ta indo lá com ele.”
Sai do quarto e ela acabava de sair do meu quarto.
“E ai?” Perguntamos juntos. “Laura.” Respondemos também juntos e acabamos rindo no final.
“Uma hora eles vão se entender.”
“Com certeza.”

~POV Manuela Albuquerque~
O tempo de ficar na casa deles se passou e meus pais chegaram. Não falamos nada no dia em que eles chegaram, deixamos pro domingo, que era hoje.  Umas 15h30, Cody chegou na minha casa.
“Pronta?”
“Não, mas vou tentar ficar calma.”
“Tem que ficar bem calma ou vai fazer mal pro bebê.” Ele falou baixinho.
Ele deixou uma pequena sacola, que havia trazido, no meu quarto, chamei meus pais e nós sentamos na sala.
“Que clima tenso, o que querem falar com a gente?”
“Fala você, amor...”
“Tudo bem, eu falo, princesa.” Entrelaçou nossas mãos. “Então tio e tia... Sabem o que acontece com um casal, certo? É normal, mas dessa vez... Bom, eu vou logo ao ponto. Lembram da situação da Manu no hospital? Ela tinha que ficar de repouso ou... Prejudicaria a gravidez...”
“Gravidez?” Os dois se indignaram e eu apertei a mão do Cody.
“É, vocês serão avós...”
Minha mãe empalideceu e meu pai abaixou a cabeça.
“Mãe, pai... Eu juro que não foi nada premeditado.”
“Há quanto tempo aconteceu?”
“Pelas nossas contas, foi logo que voltamos, dão os dois meses.” Cody disse.
“2 meses?” Minha mãe fez uma pausa. “Quando pretendiam contar?”
“Eu só descobri no dia do acidente.” Pausa rápida. “Quer dizer, confirmei, um dia antes Alli tinha comprado uns testes... E eu ia contar assim que dissesse pro Cody.”
“Vocês sabem como vai ser difícil cuidarem de uma criança?”
“Sabemos...”
Sem dizer nada, meu pai levantou e subiu as escadas.
“Vou falar com ele.” Levantei.
“Não, querida... Deixa ele processar a ideia, depois vocês conversam.”
“Okay... Então eu e o Cody vamos subir, mãe.”
Eu e Cody subimos pro meu quarto e sentamos na cama, antes ele pegou a sacola que havia trazido.
“O que tem aí?”
“Duas coisas que eu comprei no shopping.”
~~~~~~~~~
E ai o que acham que o Cody comprou? Hahahahaha, comentem e eu continuo <3 Xoxo

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Capítulo 70

Manu me olhou, cerrando os lábios, e eu peguei na mão dela. Ela a apertou com força e eu comecei suar frio.
“Eu vou ser um pouco rápido pra falar isso...”
Tom e Gabe estavam calados, só prestando atenção no que nós dizíamos.
“Lembram daquela conversa que tiveram com a gente logo depois que voltamos?”
“Diz que não é o que eu to pensando...”
“Então... A Manu descobriu que ta grávida de 2 meses... Vocês vão ser avós.” Olhei pro meu irmão e pro dela. “E vocês vão ser tios.”
“TIOS?”
“Isso aí, baixinhos.”
Meus pais estavam se olhando em completo silêncio, Manu me olhou apreensiva.
“Mãe? Pai?”
“Tom e Gabe, podem subir? Precisamos conversar com os dois.” Minha mãe pediu e os dois subiram sem cogitar.
“Falem qualquer coisa, nem que seja pra brigar...”
“Filho, não vamos brigar, só vamos conversar.”

“Vocês já confirmaram a gravidez?”
“Já.” Manu respondeu.

“Mesmo depois do acidente?”
“Sim, tio. O doutor fez o ultrasom e tudo mais.”
“Um filho é uma grande responsabilidade, ainda mais aos 17 anos, já sabem disso, certo?”
“Sabemos.”

“Espero que nós tenhamos a ajuda de vocês e dos pais da Manu...”
“Vocês vão ter nossa ajuda, apesar da idade de vocês, estamos felizes em sabermos que vamos ser avós.”
“Isso mesmo, mesmo eu estando um pouco nova pra ser avó, estou feliz.” Minha mãe riu.
~POV Jake Thrupp~
Levei ela até a casa do Chris, como os pais dele viviam viajando, ele me emprestou e foi dormir na casa da Madd. Tinha arrumado tudo do jeito que a Manu tinha me dito, mas era difícil arrumar tudo pra ficar perfeito... Se não fosse o acidente, ela me ajudaria com isso. Ao abrir a porta e se deparar com uma mesa, estilo japonesa, na sala, Alli ficou boquiaberta. Pedi pra que ela sentasse enquanto eu ia buscar a comida. Arrumei tudo na mesa e sentei ao lado dela.
“Você preparou tudo, amor?”
“Com ideias da Manu, mas sim, eu preparei.” Sorri. “Feliz 2 meses de namoro.”
“Meu Deus! Com o acidente eu nem me lembrei... Desculpa amor. Feliz 2 meses.”
Beijei ela. “Tudo bem, pequena. Antes de comermos, eu quero te dar uma coisa.”
“Outra?”
“É, queria ver como você reagiria com a primeira, pra eu dar essa.”
“Ai meu Deus...”
Tirei uma caixinha do bolso. “Espero que aceite.”
Ela abriu a caixinha, tinham duas alianças com nossos nomes gravados, elas eram assim:

Ao ver, ela levou as mãos à boca. “Jake, elas são lindas! Claro que eu aceito.”
Peguei a mão dela, depositei um beijo e coloquei a aliança em seu dedo. Ela colocou a outra aliança em meu dedo e me deu um selinho demorado.
“Eu te amo, Jake.”
“Eu te amo, Alli.”
Jantamos e começamos a assistir ao filme que ela queria “Querido Jhon”, eu não gostava, mas queria que a noite fosse perfeita pra ela.
“Tenho mais uma surpresa.” Disse logo depois de desligar o dvd.
“Mais uma?”
“Sim, vem comigo.”
Levei ela até a sacada do quarto do Christian, tinha colocado dois banquinhos ao lado do telescópio.
“Awwn! Vamos ver as estrelas?”
“Mais ou menos.”
“Como assim?”
“É assim, como é muito difícil acharmos estrelas cadentes, você procura um avião, finge que é uma estrela cadente e faz um pedido.”
“Como na música?”
“Isso, topa?”
“Que lindo! Topo, claro.”
Ela sentou em frente ao telescópio e demorou um tempo até achar um avião, mas quando achou ela fechou os olhos e mentalizou o pedido, me dando lugar em seguida.
“Sua vez.”
“Não preciso de pedido.” Sorri.
“Porque não?”
Levantei e abracei-a pela cintura. “Porque eu tenho você comigo. Nada mais importa.”
Ela me beijou. “Awwwn, amor! Eu não sei como agradecer, nossa noite ta sendo perfeita.”
“Tem mais uma coisa, mas vai ser só pra mais tarde.”
“Ah, porque mais tarde?”
“Porque nossa noite acaba depois disso.”
“Faço ideia do que seja.” Mordeu o lábio. “Vamos logo pra lá.”
“Sério isso?”
“Aham.”
Beijei ela e nós fomos andando entre beijos até o quarto de hospedes,onde eu tinha arrumado tudo. Parei de beija-la e deixei que abrisse a porta. Pétalas de rosa faziam o caminho até a cama e velas davam uma leve iluminação no quarto, ela se impressionou um pouco e soltou um “Que perfeito.”. Abracei-a por trás e beijei seu pescoço docemente, ela se virou e me beijou. Curtos passos nos levaram até a cama, mas antes de que algo começasse...
”Amor, você quer isso ou eu me precipitei?"
"Não, não se precipitou."
"Vou ser o mais doce possível, qualquer coisa me peça pra parar."
Ela assentiu.
Quando demos conta só as roupas íntimas nos separavam, levei uma das mãos ao fecho do sutiã dela e ela se ajeitou pra que ficasse melhor pra tirar, era o sinal de que eu precisava pra continuar. Abri e o retirei lentamente. Depositei um beijo em seu colo, mas não fui à fundo ali, não sabia qual era a reação que ela teria. Meu membro já estava com vida há algum tempo e agora ela tinha notado isso, deu um sorriso malicioso e levou a mão até minha box, logo estávamos livres dela. Tirei a única peça dela que nos separava em um ato rápido.
"Pronta?"
Novamente ela assentiu.
Peguei um preservativo no criado mudo e coloquei em meu membro, me ajeitei por cima dela e em movimentos leves comecei a penetrá-la. Ela entrelaçou nossas mãos e me beijou pra abafar os gemidos. A medida que o ritmo aumentava ela apertava um pouco mais minha mão. Ficamos apenas no básico, já que era a primeira vez, por algum tempo. Ao fim, beijei sua testa.
"Eu te amo."
"Eu te amo." Ela respondeu ainda ofegante.
Tomamos um banho e adormecemos. 
~POV Manuela Albuquerque~
Depois da janta, subi com Cody pra jogarmos vídeo-game no quarto do Tom e ele e meu irmão foram jogar Xbox no do Cody. Sentei encostada na cama mas, quando ele pegou os controles, sentou atrás de mim e eu me encostei nele. Começamos a jogar e perdemos a noção do tempo, percebemos que já estava bem tarde quando tio Brad entrou no quarto.
“Já ta meio tarde, vocês não acham?”
“Não pai, ainda são...” Ele olhou no relógio. “Quase 3 da manhã... É, ta meio tarde.” Eu e ele rimos.
“Os meninos querem vir dormir, só por isso vim chamar vocês.”
“Nós nem percebemos o horário, desculpa.” Levantamos e Cody desligou o vídeo-game.
“Boa noite, tio.”
“Boa noite pra vocês.” Fez uma pausa. “Ah, Cody, vê se deixa ela dormir, viu?” Brad disse enquanto estávamos saindo e eu corei.
“Para, pai!” Cody disse rindo.
Fomos pro quarto do Cody , coloquei meu pijama e peguei um chocolate enquanto ele foi tomar outro banho.
~POV Cody Simpson~
Saí do banho secando o cabelo em uma toalha, mas parei ao vê-la em frente ao espelho olhando a barriga com a blusa um pouco levantada. Fui atrás dela e coloquei minhas mãos em sua barriga.
“Que foi, princesa?”
Ela virou pra mim e deu um pequeno passo pra trás pra nos afastar um pouquinho. “Nada, só tava vendo como ta minha barriga.”
“Logo vai dar pra notar bastante.”
“Você ta feliz mesmo?”
“To sim, você acha que não?”
“Não é isso, Cody... É que nossa vida vai mudar pra sempre, então tinha que te perguntar.”
“Eu te amo, amo muito. Você deve estar pensando isso por causa do que eu disse outro dia, não é? Mas tudo aquilo saiu da boca pra fora, eu tava de cabeça quente por causa do que estava acontecendo...”
“Parabéns, você me fez lembrar isso novamente.” Foi pro lado oposto do quarto.
“Desculpa, eu achei que era por isso.”
“Já ta tarde, eu vou dormir... Boa noite, Cody.” Sentou na cama e ajeitou o lençol.
“Manu... Não termina o dia brigada comigo, por favor...” Sentei ao lado dela.
“Não estou brava, só quero dormir, são 3 da manhã.”
“Certeza?”
“Absoluta.” Ela deitou. “Boa noite.” Sorriu docemente.
“Boa noite.”
Logo a Manu dormiu, fiquei olhando ela e logo dormi também. Na manhã seguinte quando acordei, ela não estava ao meu lado, me troquei e desci. Ela estava na cozinha lavando as louças do café, fui até ela em silêncio e depositei um beijo em seu pescoço.
“Bom dia.”
Ela virou pra mim. “Bom dia.”
“Meus pais já saíram?”
“Quase agora.” Se voltou pras louças novamente.
“Não precisa lavar, mais tarde minha mãe lava.”
“Sua mãe chega cansada e você ainda quer que ela lave a louça? Nada disso.”
Ri. “Não vou te contrariar, mas depois a senhorita vai descansar. Repouso, lembra?”
Tomei café enquanto ela acabava de lavar a louça. Depois disso, fomos sentar em volta da piscina.
“Alli foi pro colégio?”
“Duvido muitos, se bobear eles ainda estão dormindo.” Ela deu uma leve risada.
“Mas eles não iam só jantar”
“Bom, eu não te contei a outra parte porque achei que sacaria, mas pelo visto não sacou, né lerdinho?”
“Agora pode me contar, dessa vez tudo.”
“Então, eu dei umas ideias pro Jake pra ele fazer uma primeira vez perfeita pra Alli.”
“O que? Minha irmãzinha?”
“Irmãzinha que não é mais criancinha.” Riu. “Deixa ela aproveitar, loiro.”
“Deixado já esta, né senhorita Albuquerque?”
“Isso aí.” Riu.
“Espero que os dois tenham se cuidado.”
“Relaxa.” Levantou e tirou o vestido que estava vestindo, ficando apenas com a roupa íntima.
“Ta querendo o que desse jeito?” Falei com ar de malícia.
“Entrar na piscina, mente poluída.” Desceu as escadas da piscina. “Ah, e nem me fale de repouso porque eu vou ficar bem quietinha aqui dentro.”
“Acho que eu vou entrar com você.” Tirei a camisa e pulei na outra ponta da piscina, dando uma cambalhota no ar.
“Valeu por molhar meu cabelo, senhor Simpson.”
“De nada, futura senhora Simpson.” Me juntei a ela com os olhos fixados nos dela.
Ela riu, eu sabia que estava sem graça. “Você gosta de me deixar sem graça, não é?”
“Amo.” Sorri. “Você fica linda assim.”
“Para, ta me fazendo ficar de novo.”
“Ta bom, vou parar.” Ri.
~POV Manuela Albuquerque~
Ouvimos a porta da frente bater, provavelmente Alli e Jake tinham chego. Depois de um tempo eles vieram nos procurar.
“Até que em fim achamos vocês... Espera, vocês tão bem pra não serem um casal, heim?”
“Não era repouso?”
Comecei a rir e o Cody foi no embalo.
“Cara, como vocês são maliciosos.” Ele disse entre risos.
“Vocês que tão dando a entender isso.”
“Vocês não podem falar nada, né santinhos?”
Jake e Alli coraram.
“Eu to sabendo do que aconteceu. Espero que tenham se cuidado.”
“Tranquilo, broh. Ah é... Obrigado, baixinha. Sem suas ideias não teria dado certo.” Jake riu. “Depois, quando, estiver seca, eu te dou um abraço.”
“Obrigada amiga, ficou tudo perfeito.” Alli me mandou um beijo.
“Ah, quer dizer que você ajudou?”
“Claro, eu sou romântica.” Ri.
Ele jogou água em mim. “Fica dando ideia pra minha irmã fazer coisa errada.” Negou com a cabeça.
“Coisa que vocês já fizeram e sem segurança, né bruvva?”
Cody jogou água nela. “Shiiiu, quietinha.”
~~~~~~~~ 
Angels, desculpas -de novo- pela demora, mas é que estou em provas e tal, sabem como é... Bom, comentem com as opiniões e eu continuo. Xoxo <3


domingo, 16 de setembro de 2012

Capítulo 69

~POV Manuela Albuquerque~
Acordei no meio da noite e ele estava completamente encolhido no pequeno sofá.
“Cody?”
...
“Cody?”
...
“CODY?”
Ele levantou em um pulo. “Oi? Ta sentindo alguma coisa?” Endireitou a coluna.
“Calma, só ia te pedir pra vir aqui comigo. Você ta desconfortável no sofá.”
“Eu to bem aqui.” Ele andou estralando a coluna até minha cama.
“Não ta bem. Olha como esta andando? Todo torto e estralando a coluna.” Neguei com a cabeça e ele riu.
“Se quer minha companhia é só pedir, não precisa disso tudo, princesa.”
Corei e parei de olhar pra ele, mirando a cama agora. “Então, vai querer dormir aqui?”
“Você vai ficar com pouco espaço.”
“Não me importo.”
“Certeza de que quer ficar apertada? Eu posso ficar no micro-sofá.”
“Para de bobeira e deita.” Abri um espaço na cama.
Ele fez um sinal de obedecer com a mão. (Aquele de quartel, sabem?) “Você que manda, senhorita.” E rindo, ele deitou.
Cody passou o braço pela minha cintura e nós dormimos, sobrou até um pedaçinho da cama. Acordei pela manhã e ele não estava mais ao meu lado. A enfermeira logo trouxe meu café.
“Bom dia Srta. Albuquerque.”
“Bom dia.” Sorri. “Já posso ir?”
“Assim que comer o doutor vai vir conversar com você.”
“Okay, obrigada pelo café.”
“Imagina, com licença.” Deixou a bandeja na mesinha.
Um tempinho depois de eu ter acabado de comer, Cody e o doutor entraram no quarto.
“Bom dia!”
“Bom dia!” Pausei. “Doutor, eu já posso sair daqui?”
“Pode, mas já sabe, três dias sem muito esforço. Pode prejudicar o bebê.” Assinou meu papel de alta. “Já expliquei tudo pro Cody e ele cuidará da senhorita.”
“Vou cuidar mesmo, vai ficar 25 horas por dia sob meus cuidados.”
Ri. “Nem é pra tanto, Cody.” Sentei na cama e levantei em seguida.
“É pra tanto sim, mocinha. Você tem outra vida pra cuida agora e tem cuidados que DEVE tomar.”
Cody me entregou um short, uma blusa e um vestido. Deduzi que meus pais já tinham vindo entregar.

“Eles vieram faz tempo?”
“Um pouco, disseram que depois te ligam, princesa.”
“Okay, vou me trocar e já venho.”
Fui até o banheiro do quarto e coloquei a roupa, escolhi o vestido porque o short não fechou, novamente...

“Obrigada por tudo, doutor.”
“Obrigado por cuidar deles.”
“Imaginem, é meu trabalho. Mas, agora é com você, garoto.”
“Pode deixar que eu vou cuidar direitinho deles.” Me abraçou por trás e eu coloquei minhas mãos sobre as dele.
Depois disso pegamos minhas coisas e as dele, que tiraram do carro, e fomos embora. No caminho, ele me fazia andar muito devagar, muito mesmo. Chegamos em casa em +- 40 minutos, em passos normais demorariam 15. Ele não me deixou ir buscar minhas coisas em casa, porque já tínhamos andado. Deitei em um sofá e ele no outro.
~POV Cody Simpson~
Tava vendo tv e ela quase dormindo, quando deu um pulo e foi correndo pro banheiro com as mãos na boca. Fui atrás dela pra segurar o cabelo e tudo que ela precisasse. Entreguei uma escova de dentes nova pra ela e depois que escovou os dentes nós paramos no corredor, antes mesmo de eu perguntar se ela estava bem, ela que falou.
“Tem chocolate em pó? Amargo, de preferência...”
“Tem, mas você acabou de passar mal.”
“Seu filho ou filha que quer, eu não tenho culpa.” Ela riu.
“Olha só, já ta dando trabalho pra mamãe?” Acariciei a barriga dela e ela abriu um sorriso. “Já percebeu que engraçado? Parece que só quando descobrimos a gravidez que a barriga salta, porque eu não tinha percebido essa pequena curva.”
“Vamos combinar que há duas semanas atrás, nem se eu tivesse morrido você perceberia, mas okay...”
“Vai começar com isso de novo?”
“Não, eu não vou.” Ela foi andando e eu a segui.
“Aonde vai?”
“Pra cozinha pegar chocolate em pó, permite?”
“Manu, para com isso. Achei que já tivéssemos conversado.”
“Ta, dá meu chocolate?”
“Pede direitinho e para de implicar com isso.”
“Paro se me fizer um favor.”
“O que?”
“Chama a Stella.”
“Hãm? A Stella? Pra que?”
“Quero pedir desculpas.”
Não entendi bem o porquê disso agora e não sabia se ela estava falando sério ou se era só pra ver minha reação.
“Heim? Vai chamar ela?”
“Não sei se é boa ideia.”
“Porque não? Ela vai me dizer algo que eu não goste de saber?”
“Não, vocês podem brigar de novo e eu não quero isso, você ta grávida.”
“Chama ela logo, não vai ter briga. Eu quero pedir desculpas, não brigar.”
“Quando a Alli e o Jake chegarem eu chamo.”
“Aff, eles vão demorar.”
“Não vão, logo eles tão ai e sem eles aqui nada feito.”
Ela encostou-se na bancada e vi que esse assunto estava terminado. Procurei o chocolate em pó no armário, coloquei em um potinho e entreguei pra ela.
~POV Alli Simpson~
Eu e Jake estávamos há um tempo andando na praia, o caminho todo percebi que ele estava nervoso e que sua mão estava gelada, não disse nada mas estranhei. Em um ponto ele parou.
“Vou entregar antes que eu perca a coragem.” Tirou a mochila e começou a procurar algo.
“Hãm? Entregar o que, amor?”
“Espera... Achei! Fecha os olhos.”
“Ai meu Deus!” Fechei os olhos.
Ele demorou um tempinho e foi pra trás de mim. Ele levantou meu cabelo e em seguida senti ele fechando um colar em mim.
“Pode abrir.”
“Mas não dá pra eu ver, esperto.” Ri.
“Ish, é verdade... Eu to nervoso, desculpa amor.”
“Eu tenho um espelho, vou pegar aqui.” Tirei minha mochila e encontrei o espelho.
“Espero que você goste.” Abriu um sorriso.
Olhei no espelho. O colar era um infinito de prata, notei que havia algo escrito e aproximei um pouquinho mais o espelho, estava escrito “Jalli” e uma pedrinha estava ao lado.
“Awn amor! É lindo, eu amei!” Abracei ele e em seguida o beijei.
“Não sei se você iria achar muito rápido pra te dar aliança, então comprei o colar.”
“Eu amei, ainda mais a junção dos nossos nomes.”
Ele me deu um selinho. “Eu te amo, pequena.”
“Eu te amo, bebê.”
Ficamos no maior love na praia e ele me disse que a noite eu teria uma surpresa. Depois disso fomos pra minha casa, Tom e Gabe tinham ido pra um passeio com a escola. Almoçamos, eu lavei nossos pratos e nós subimos pro quarto do Cody.
“Boa tarde casal.” Eles disseram juntos.
“Boa tarde casal.” Nós dissemos rindo.
“Não somos um casal.” Manu disse.
“Nós sabemos que são.”
“Vem cá, deixa eu ver o colar, amiga.” Ela saiu do assunto e deu batidinhas na cama. “Seu irmão não me deixa levantar daqui.” Ela revirou os olhos.
“Não mesmo. Tem que ficar em repouso.”
Fui até a cama. “Como sabe do colar, amiga?”
“Ela é minha melhor amiga, tinha que me ajudar, né amor?”
“Isso aí, ficou lindo. O crédito da junção dos nomes é todo dele.”
“Ficou lindo mesmo.” Meu irmão disse. “Meu melhor amigo me trocou, agora nem me pede mais ajuda.”
“Talvez você estivesse muito ocupado pra ajudar a gente.” Deu uma pausa. “Eles já chegaram, chama a Stella.”
“Stella?” Eu e Jake perguntamos surpresos.
“Vou pedir desculpas.”
Olhei pro Cody achando que ele tinha pedido isso pra ela.
“Eu não tive nada a ver com isso, foi ideia dela.” Levantou as mãos.
“Eu sou madura o suficiente pra pedir desculpas.”
“Okay, vou ligar pra ela...” Ele pegou o Iphone e discou pra ela. “Stella?... Sim, é o Cody... Ta ocupada agora?... Vem aqui pra casa?... Okay, te espero.” Desligou e colocou o Iphone no criado mudo. “Em vinte minutos ela chega.”
“Eu acho que não é uma boa ideia, baixinha.”
“Concordo com meu amor.” Abracei ele de lado.
“É sim, parem de ser medrosos.”
~POV Cody Simpson~
40 minutos depois ela chegou, como minha mãe já tinha chegado, ela quem abriu. Stella subiu direto e, quando bateu na porta do quarto, eu abri.
“Sabia que você voltaria pra mim, Cody.” Ela se aproximou de mim pra me beijar e eu me esquivei.
“Não Stella, não vou voltar pra você e não fui eu que te chamei.”
“Quem foi então?”
Apontei pra Manu.

“O que essa louca quer?”
“Primeiramente, mais respeito.” Aumentei um pouquinho o tom de voz.
“Quero te pedir desculpas, Stella.”
“Ai que fofinha. Não aceito suas desculpas.”
“Eu fiz minha parte.” Manu deu ombros.
“Stella, larga de ser criança.”
“Eu sou criança? Por favor, Thrupp...”
“Já pedi desculpas, pode ir embora honey.”
“Eu fiz essa produção em vão?” Olhou pra mim. “Vai dispensar tudo isso aqui, Codyzinho?” Ela deslizou as mãos pelo corpo.
“Opa, opa, opa, pode sair de pista porque ele é meu!” Manu ia levantar.
Ela disse o que eu precisava ouvir. Eu ainda era dela e isso me encheu de alegria por dentro, por mais que por fora eu estivesse com a cara normal, pelo menos tentava ficar.
“Repouso.” Repreendi a Manu e ela voltou a sentar, mesmo emburrada. Voltei a olhar pra Stella. “Sim, vou dispensar. Desculpa, Stella.”
“E tudo que a gente viveu? Eu fui sua primeira em muitas coisas.”
“Há muito tempo, Stella.”
“Você me amou primeiro do que ela.”
“Já se passaram cinco anos. Eu amo a Manu agora e eu tenho certeza de que vai ser pra sempre.” Olhei pra Manu rapidamente.
“Então é assim?”
“É.”
“Vai se arrepender.”
“Já ouvi isso antes.”
Stella foi embora batendo a porta e um silêncio ficou no quarto.
“Por favor, voltem logo.” Alli quebrou o silêncio.
“Porque ta dizendo isso, amiga?”
“Percebeu o que você disse? Disse pra Stella que ele era seu e o Cody não preciso nem dizer nada.”
“Só disse isso pra... pra... pra ela parar.”
“Quem gagueja perde a razão, baixinha.”
“Parem vocês dois, caralho!”
“Ui, ela ta nervosinha.”
“Para vai gente, ela não pode se estressar.”
[...] “Bom gente, eu queria ficar mais, mas eu tenho umas coisas pra preparar.”
“É aquilo lá, Jake?”
“É, Manu. Não conta.”
“Não vou contar.”
“É minha surpresa?”
“É sim, amiga.”
“Depois você vai me contar, dona Manuela.”
“Quando a Alli for embora eu te conto.”
“Vou indo antes que não dê tempo.”
Jake se despediu de nós, beijou a Alli e foi embora. Logo que ele foi, minha mãe entrou no quarto.
“Vim ver se precisam de algo.”
“Eu preciso, mas não agora tia... Quando o tio Brad chegar, eu e o Cody podemos falar com vocês?”
“Claro, antes de ele vir pra casa, ele buscará os meninos.”
“Tudo bem, não tem pressa.” Ela sorriu.
“Querida, você não tem que pegar suas coisas?”
“Ter, eu tenho, mas seu filho não me deixa ir.”
“Não mesmo, já andamos muito e o doutor disse que você tem que ficar de repouso.”
“Filho, não é pra tanto... A casa dela é aqui em frente.”
“Okay insistentes, vamos lá pegar.”
~POV Manuela Albuquerque~
Fomos até a minha casa. Enchi uma mochila com algumas roupas e sapatos e sentei ao lado dele.
“Como nós vamos fazer agora?”
“Sobre o bebê, princesa?”
“Sobre tudo... E também eu acho que teremos que morar juntos... Não vai ser legal o bebê ter várias casas e dormir cada vez em uma.”
“E onde nós vamos morar?”
“Não faço a mínima ideia... Tenho o dinheiro do meu avô, não sei quanto tem, mas acho que dá pra nos mantermos por algum tempo.”
“Poderíamos, no inicio, morar aqui ou na minha casa.” Pausou. “Vamos falar com meus pais hoje, certo?”
“Se eu conseguir, vamos.” Ri.
“Deixa que eu falo então... Acho que eles vão nos apoiar.”
“Eu to com um pouco de medo dos meus... Eles sabem que já rolou, mas não sem preservativo.”
“Eles vão aceitar, tenho certeza.” Me abraçou de lado e beijou meu rosto. “Vai dar tudo certo e eu vou estar com você sempre.”
“Espero que dê. Vamos lá pra sua casa?”
“Vamos.” Ele insistiu em levar minha mochila e nós descemos.
Voltamos pra casa. Eram quase 18h, tio Brad tinha ido buscar Tom e Gabe e eu e tia Angie fomos ajudar Alli com a produção, pois ela sairia às 19h. Ela decidiu ir com essa roupa:

19h, em ponto, Jake veio buscar ela e então eu contei, parcialmente, pro Cody o que ele tinha programado. Depois disso, Cody foi tomar um banho e eu fui em seguida. Descemos depois.
~POV Cody Simpson~
“Íamos chamar vocês pra perguntarmos se podemos jantar pizza.” Tom falou.
“Desde que seja aqui em casa, porque a Manu tem que ficar de repouso pela gra...acidente.”
“Gracidente?” Ele e Gabe perguntaram em coto.
“Acidente. O Cody se confundiu.”
“Isso aí, eu me confundi.”
“Sobre o que vocês vão falar com a gente?”
“Pede a pizza primeiro, mãe.”
“Okay... De que vocês querem?”
“Calabresa.” “Mussarela.” “Portuguesa.” Dissemos todos juntos.
“E agora, amor?”
“Pede 2 pizzas de metade, querida.” Meu pai riu.
“Boa ideia... Sugestões de pizzas doces?”
“Chocolate com banana.” “Abacaxi com chocolate.” Eu e a Manu dissemos juntos.
“Pode pedir a sua, Cody.”
“Não, pede a sua.”

“Antes que briguem de novo, a Angie pede meio a meio.”
Minha mãe fez os pedidos e ela e meu pai ficaram olhando pra nós.”
“Eu já pedi a pizza, podem falar.”
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Oi meninas, me desculpem pela demora... Mas esses dias estava super corrido pela festa da minha prima, que foi ontem. O capítulo de hoje ta bem grande hahahahahaa. E ai, o que o Jake está tramando? E como Angie e Brad receberam a notícia de que serão avós? Comentem e eu continuo, espero que vocês estejam gostando <3 xoxo