sábado, 3 de novembro de 2012

Capítulo 87



~POV Cody Simpson~
Acordei cedo no outro dia, tinha que arrumar as coisas pra irmos. Fui até uma padaria e comprei as coisas que ela mais gostava, voltei pra casa e preparei suco e café, coloquei nutella na cesta e passei geleia e manteiga de amendoim em alguns pães. Após preparar tudo, era hora de colocar as coisas no carro, uma canga, duas toalhas e a cesta. Arrumei a mesa pro café do pessoal e fui acordar a Manu.
“Bom dia, meu amor.” Acariciei os cabelos dela.
“Bom dia...” Ela disse sonolenta.
“Vamos comigo?”
“Pra onde?”
“Pra sua surpresa.”
“Vamos.” Ainda sonolenta ela sentou na cama.
Coloquei uma sunga, uma bermuda e regata e esperei ela se trocar, avisei minha mãe de que estávamos indo e entramos no carro.
“Pra onde vamos, amor?” Ela ajeitou os óculos de sol.
“Já disse que é surpresa.”
“Chato.” Ela me deu língua.
Antes de entrarmos na estrada, acho que ela já devia ter desconfiado de pra onde estávamos indo pelo sorriso que deu. Ao descermos ela me deu um selinho.
“Já disse que amo esse lugar, não disse?”
Pensei um pouquinho e entrelacei meus braços em sua cintura. “Acho que disse da última vez que viemos.” Retribui o selinho. “Me ajuda a levar umas coisas lá pra baixo?”
“Claro.”

Ela levou as toalhas e a canga e eu levei a cesta, porque estava mais pesada. Pedi pra que ela ficasse sentadinha enquanto eu arrumava tudo.
“Pode vir comer, senhorita.”
Ela sentou em minha frente. “Só você mesmo pra fazer tudo isso.” Sorriu.
“Faço porque te amo e depois que o café descer a senhorita vai nadar comigo.”
“Vou, é?”
“Vai.” Ri. “Se não for por bem, eu te jogo lá.”
“Mas, como você disse, agora vamos tomar café.”
Comemos algumas coisas e ficamos namorando um pouco, como nos velhos tempos quando vínhamos pra cá às vezes. Passaram quase duas horas, como não tínhamos comido tanto, já podíamos entrar no rio. Ficamos com as roupas de banho e pulamos juntos.
“AAAAAAAH GELADA!” Ela disse passando uma das mãos no rosto.
~POV Manuela Albuquerque~
“A gente esquenta ela, amor.” Me abraçou por trás e beijou meu pescoço.
“Ui!” Me virei pra ele, entrelaçando os braços em seu pescoço.
“Lembra que eu tava com saudades?”
“Claro, porque eu também to com saudades.” Sorri maliciosa.
“Então vem matar as saudades...” Sussurrou no meu ouvido. “...Gostosa.”
“Gostoso, mas só meu!”
“Só seu, sempre.” Ele me beijou.
Os beijos foram se juntando com mãos bobas, ele  apertou minha bunda e eu entrelacei minhas pernas em sua cintura. Ele nos guiou até um dos cantos e se encostou pra que me mantivesse mais firme. Como ele conseguia me deixar tão louca? Seus beijos em meu pescoço eram como uma perdição, sei que deixariam marcas porque ele dava algumas sugadas com força. A saudade estava presente no corpo de nós dois e isso fazia ficar mais intenso. Eu brincava com seus cabelos e ele estava descendo seus beijos, mas parou e foi pro laço do meu biquíni. Antes que ele pudesse desata-lo, uma tempestade começou a cair, não era de se estranhar, já que o céu estava totalmente fechado.

Fomos interrompidos com uma tempestade que começou a cair, a pressão da água foi ficando mais forte.
“Melhor sairmos daqui, a água fica cada vez mais forte.”
Ele saiu da água e me ajudou a sair também.
“A primeira vez que viemos aqui choveu também. Destino?”
Ele fez uma cara pensativa. “Acho que sim.” Riu.
Levamos as coisas pra dentro da pequena caverna, forramos o chão com a canga e sentamos nela. Peguei o pote de nutella e nós começamos a comer, estava sentada na frente dele com minha cabeça encostada em seu ombro.
Ele tirou uma mecha de cabelo do meu rosto. “Estamos encharcados e você continua linda.”
“Para com isso, Cody.”
“Parar de dizer a verdade?”
“Para.” Ri e escondi meu rosto entre as mãos.
Ele beijou meu rosto. “Como eu posso te amar tanto assim?”
“Do mesmo jeito que eu te amo bem mais.” Passei as mãos nos braços pra tentar me esquentar. “To ficando com frio...”
“As nossas toalhas e roupas molharam... Então só resta eu, mas também estou molhado.” Ele me abraçou. “Vamos dar continuidade ao que estávamos fazendo? Você se esquenta rapidinho.” Ele sorriu safado.
“Aqui?”
“Temos outro lugar?”
“Não, mas é que o chão é mais gelado ainda e... Ah, que se foda.” Beijei ele.
Ele voltou pra onde estava e desatou o laço do meu biquíni, parei o beijo e o tirei. Ele massageava meus seios e eu dava baixos gemidos. Cody me deitou e veio por cima, beijando minha barriga e subindo os beijos até chegar em meus lábios, nosso beijo foi quente e intenso. O deixei por baixo de mim e sentei em seu membro, ainda com as roupas de baixo nos separando, comecei a rebolar e senti ele criando vida.
"Amor, vai ficar provocando?"
"Você ainda não viu nada." Pisquei pra ele.
"Vai tomar o comando hoje?"
"Vou, vamos inovar um pouquinho."
Saí de cima dele e comecei a massagear seu membro por cima da sunga, ele gemia. A chuva só estava aumentando e não sairíamos dali tão cedo. 
"Temos preservativo?"
"É... Se eu te disser que esqueci no carro, vai me matar?"
"Só não te mato porque eu quero continuar com ou sem."
"Ui, acho que essa Manu ta assanhada hoje."
"Agora fique quietinho."
Tirei a sunga dele e comecei a chupá-lo, sabia bem o jeito que ele gostava, com lambidas e sugadas na cabeça. Ele me alertou de que iria gozar e eu parei o que estava fazendo, começando a apenas masturba-lo, o gozo escorreu e ele deu um urro abafado. Limpei seu membro com a boca e novamente comecei a dar vida a ele. Cody não aguentava mais as provocações e me colocou por baixo dele, logo tirando a calcinha do meu biquíni, seus dedos começaram a me masturbar e logo dois deles estavam dentro de mim, fazendo movimentos circulares, ainda com os dedos lá, ele se abaixou e começou a dar sugadas no meu clitóris, meus gemidos estavam cada vez mais altos e, por estarmos na gruta, eles faziam um pouco de eco. Quando eu ia dar os sinais de gozo, ele preparou seu membro e começou a me penetrar, de inicio devagar, mas ele foi aumentando a velocidade. Troquei de lugar com ele e fiquei por cima quicando numa velocidade estrema.  Gozamos praticamente juntos e eu me deitei em seu peito. Acabamos dormindo.

Acordei com ele me dando um selinho. “Não ta com fome, amor?”
“Ainda ta chovendo?” Perguntei ainda sonolenta.
“Ta bem forte ainda.”
Sentei e peguei meu biquíni. “Que horas são?”
“Quase 15h.”
“Já? Seus pais sabem que íamos demorar? Eles podem achar que estamos sendo irresponsáveis.” Coloquei-o de volta.
“Calma, eles sabem sim. Pedi pra que cuidassem da nossa pequena, fica tranquila.” Riu.
“Menos mal.” Deitei em seu peito de novo. “Estamos parecendo louco aqui, amor.” Ri.
“Porque?”
“Olha o que a gente fez na gruta.” Me referi à bagunça e ao sexo.
“Somos dois apaixonados.” Ele sorriu. “E quanto à bagunça, nós arrumamos.”
“Respondendo sua pergunta, to com fome sim.” Sentei novamente e me estiquei pra pegar a cesta.

Comemos o que tinha sobrado e continuamos lá olhando a chuva, o vento frio nos trazia arrepios, mas não tinha o que pudéssemos fazer.
~POV Hailey Baldwin~
Eu e Harry estávamos em uma cidadezinha bem longe de Gold Coast, estávamos livres de qualquer culpa que pudesse chegar à tona. Tínhamos ficado bem amigos e morávamos numa mesma casa, pela questão financeira, era pequena, mas confortável pra nós dois. Hoje ele tinha ido procurar emprego porque nossa situação estava ficando ruim e logo não teríamos dinheiro pro aluguel, todos do bairro achavam que éramos um casal e, às vezes, até eu achava isso.
“Conseguiu emprego?”
“Consegui aquele que eu queria, Hailey!” Ele tirou uma garrafa de champanhe da sacola que carregava. “Vamos comemorar.”

Ele pegou as taças no armário da cozinha e colocou o champanhe.
“À nossa nova vida!” Brindamos.
“Seremos felizes aqui, demoramos pra perceber que o Cody e a Manu se amam e nada vai mudar isso...”
“Estávamos cegos, Hailey, e não podíamos ver o que estava à nossa frente.”
“E o que estava à nossa frente?”
“Você estava na minha frente, passamos pela mesma coisa e nem assim notamos que não seremos felizes se não estivermos juntos.”

“Você ta me pedindo em namoro?”
“Praticamente.”
“Isso é sério?” Não contive meu sorriso, depois do Cody, ninguém tinha me pedido em namoro.
“É bem sério, mas só se quiser, não quero te forçar.”
“É que ninguém mais, depois do Cody, me pediu em namoro.”
“Mas, então, aceita?”
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Ooooi meninas (: Postado, comentem BASTANTE e o próximo vem rápido hahahaahahhaa <3 Xoxo

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Capítulo 86

Vi as ligações e eram de minha mãe e da tia Angie. Voltamos pro hotel com todas aquelas sacolas que estavam um peso. Pela tarde, olhei o cardápio e pedi alguns cupcakes e um refrigerante na recepção do hotel, cantei parabéns pra ela. Ela brincou um pouco com as coisas que tínhamos comprado e todos ligaram pra dar parabéns pra ela.
~POV Cody Simpson~
Tinha conseguido minha alta com a promessa de me cuidar e continuar tomando os remédios e indo ao hospital quando necessário. Todos eles falando com a pequena e com a Manu me deixou com vontade de falar com elas, mas não podia colocar meu plano a baixo. Os dois dias seguintes foram muito corridos, mas estava tudo indo bem. Eles estavam me ajudando em tudo, eu conferia tudo pela última vez, só faltava Alli chegar, pouco depois ela entrou pela porta do quintal.
“Conseguiu pegar pra mim, Alli?”
“Sim, está com os meninos lá fora.”
“Só faltava isso. Que horas elas chegam?”
“Em meia hora elas desembarcam.”

“Okay, vou subir e tomar um banho.”
18h estava na cozinha com minha mãe, ali quando elas entrassem não me veriam, eu estava nervoso... Não sabia o que iria fazer exatamente... 20 minutos depois a porta da sala se abriu, ouvi Kath gritar “madrinha!” e alguns minutos depois as rodinhas na escada.
“Pronto, filho?”
“Acho que sim...” Ri.

Fui até a porta da cozinha e olhei pra sala, Manu estava sentada no sofá que ficava de costas pra cá e Alli no de lado, ela me olhou e com um meneio de cabeça me deu sinal pra ir. Sem fazer barulho, cheguei atrás da Manu.
“Oi minha princesa.” Sussurrei em seu ouvido.
Rapidamente, ela se virou e me abraçou muito forte, senti suas lágrimas molharem meu ombro. Coloquei seu rosto entre minhas mãos e sequei suas lágrimas, ela tentou dizer algo, mas não conseguiu.
“Não precisa dizer nada.” Sorri. “Eu te amo.” Colei nossas testas.
“Eu-eu te amo.”
Nos beijamos com toda a saudade que estava dentro de nós, o terminamos com vários selinhos e sorrimos.
“PAPAI?” Kath gritou do topo da escada e desceu correndo.
“Pequena!” Peguei ela no colo e beijei seu rosto.
“Eu tava com saudades.” Tocou meu nariz com o indicador.
“Eu também muitas saudades e de vocês duas.” Continuei com ela no colo e abracei a Manu de lado.
“A titia aqui merece abraço também?” Alli fez beicinho.
“Vem cá, cunhada!” Manu abriu o braço livre pra ela e Alli se juntou em nosso abraço.
“Agora, eu tenho uma coisa lá no quintal pra vocês duas.”
“Quero ver!” Kath desceu de meu colo e foi correndo pro quintal.
“Katheryn, cuidado!” Alli foi correndo atrás dela, ela era muito preocupada.
“Amor, você já ta bem?” Ela perguntou enquanto encostava a cabeça em meu peito.
“Sim, não se preocupe.” Beijei sua testa. “E você ta bem da viagem?”
“Cansada, mas estou bem. Vamos até o quintal, quero ver o que você fez.” Me puxou pela mão até o quintal.
Kath já brincava no meio de todos os balões com Alli e Jake, Manu ficou impressionada com tudo que eu tinha montado ali. Pedi pra que ela esperasse e fui até a garagem, onde Tom e Gabe estavam com o presente das duas.
“Posso levar?” Perguntei rindo enquanto via eles brincarem.
“Pode.” Gabe o colocou de volta na caixa e me entregou.
“Obrigado, vamos pra lá.” Os chamei com um meneio de cabeça.
Levei a caixa e eles me seguiram até o quintal, parei um pouco longe da Manu.
“Amor, Kath, venham aqui.”
As duas vieram até mim.
“É presente, papai?” Kath perguntou animada.
“É, mas é pras duas.”
“Okay, eu divido com a mamãe. Mostra, mostra, mostra!”
Me abaixei e abri a caixa, as duas levaram as mãos à boca ao mesmo tempo. Levantei com o cachorrinho e mostrei pra elas.
“Pequena, esse é o seu novo irmãozinho e, mô, esse é o nosso segundo filho. Parabéns pras duas!” Entreguei o cachorrinho pra Manu.
“Amor, ele é lindo! Obrigada!” Me deu um selinho demorado e acariciou a cabecinha dele, se abaixando em seguida pra que Kath pudesse vê-lo.
Ela o pegou um pouquinho sem jeito. “Obrigada, papai!”
“Tome cuidado, pequena, ele deve ser novinho ainda.”
“Ele fez 2 meses há uma semana.” Sorri.
“Eu posso brincar com ele?” Os olhinhos dela brilharam.
“Vamos lá na garagem com ele, Kath, estávamos lá até agora.”
“Okay.”
Os três foram pra lá com o cachorrinho, meus pais saíram de casa e, acho que tinha chamado os da Manu, porque eles estavam aqui. Ela cumprimentou eles, que desejaram feliz aniversário e tudo mais, conversamos um pouco com Alli e Jake e eu quis conversar com ela um pouco. Subimos pro nosso quarto, antes ajudei ela com as coisas que tinha trazido e as malas.
“Vou colocar uma roupa mais fresca, essas mangas estão me matando.”
“Okay, eu só quero matar as saudades de falar com você.” Sorri e sentei na cama.
Ela colocou um short com uma regata soltinha e sentou na cama comigo.
“Como você conseguiu lembrar de tudo, amor?”
Me ajeitei na cama e ela se encostou em mim, passei meu braço por seu pescoço. “Obra do Jake e da Alli, eles levaram um monte de fotos pra mim e eu comecei a lembrar, lembrar, lembrar mais um pouco e acabei lembrando de tudo.”
“Alli e Jake são dois anjos.” Ela riu.
“E você é MEU anjo.”
“Posso fazer uma perguntinha? Tenho uma dúvida imensa.”
“Sim, eu que liguei, se for isso.” Ri.
“Como sabia que era isso?”
“Ligação de pensamentos.”

“Vou acreditar nisso.” Ela riu.
“Eu amo sua risada, já disse isso antes? Na verdade, amo tudo em você.”
Ela se virou pra mim, acariciou meu rosto com uma das mãos e me beijou.
~ POV Manuela Albuquerque ~
Tudo estava perfeito de novo, tudo com ele era perfeito. Ficamos por um tempão nos beijando na cama.
“Vamos lá cantar o parabéns pra você e pra Kath?”
“Canta só pra ela, amor.”
“Não, hoje é seu aniversário. Mas, antes de a gente descer...” Me deu um selinho. “Parabéns princesa, mais um aniversário que eu passo com você e a cada ano eu quero passar outro e outro, amanhã eu tenho uma surpresa pra você.”
“Surpresa?”
“Sim, e se é surpresa, eu não vou falar.” Ele riu.
“Ah...” Fiz beicinho. “Só uma dica.”
“Hm...” Ele fez uma cara pensativa. “Leve biquíni.”
“Já sei, nós vamos pra praia.”
Ele negou com a cabeça. “Não tente adivinhar, porque não vai conseguir.”
Insisti mais um pouquinho, mas ele não falou. Descemos, chamamos todo o pessoal e cantaram parabéns pra mim e pra Kath.
“Primeiro pedaço, amor?”
“Na verdade, eu vou ter dois... Um é pra você, amor e o outro pra outra aniversariante da semana, minha pequena.” Entreguei pros dois.

Cody me deu um selinho e Kath me abraçou.
“Awwwn!” Todos que estavam ali fizeram.
“Agora os meus...” Kath tirou uma mecha de cabelo do rosto e continuou. “... O primeiro vai pra minha mamãe e o outro primeiro pro papai.” Entregou pra gente. “E os outros são os depois dos primeiros, mas não são menos importantes.”
“Katheryn aprendendo a falar que nem gente grande.” Jake riu.

“Eu sou gente grande, tio.” Jogou o cabelo.
“Só que não, né?”
“Só que sim! Fala pra ele, mamãe, nós fizemos compras em Washington.”
“E nem trouxeram coisas pra nós.” Ele negou com a cabeça.
“Trouxemos sim, mas não vou dar.” Ela deu língua pro Jake.
“Titio fica triste, desse jeito.” Ele fingiu estar chorando.
“Titio? Titio? Não chora, eu tava brincando... Eu amo você.” Começou a balançar a barra da camisa dele.
Nós todos estávamos rindo com a cena.
Jake pegou ela no colo e começou a correr fazendo tipo aviãozinho, percorreram o quintal inteiro.
“Jake vai ser um bom pai, irmã.”
“Ei, ei, ei, sua irmã ainda ta na faculdade.”
Alli riu, estava meio corada com o assunto. Cody me abraçou por trás e nós fomos sentar nas espreguiçadeiras da piscina.
“Agora nem amnésia, nem sequestro, nem brigas... Nada vai me tirar de você, nem você de mim.”
“Jura, príncipe?”
“Juro, juro pelas estrelas, pelo céu, juro por todas as gotinhas do mar e todos os grãos de areia da praia.” Me deu um selinho por cada um dos itens.
“Eu te amo, nunca amei alguém tanto quanto amo você. Obrigada por tudo que sempre fez por mim ou simplesmente por me amar.” O abracei e acabei derramando algumas lágrimas novamente.
“Eu te amo minha princesa e, por favor, não chora. Hoje é seu dia, tem que apenas sorrir. Sorria pro seu príncipe.” Ele sorriu, me fazendo sorrir também. “Me espera aqui, já volto.”
Ele foi em direção à casa e um tempo depois voltou com o cachorrinho no colo, segurando como se fosse um bebê. Ele sentou no lugar onde estava anteriormente.

“Nosso filho tava aprontando na sala, sua sogra ia me matar.” Ele riu.
Peguei o cachorrinho do colo dele. “Não sei como a tia Angie te deixou trazer ele.” Coloquei-o no meu colo e acariciei.
“Eu meio que prometi que cuidaria com a minha vida pra que ele não fizesse um pingo de bagunça.”
Ri. “Ai meu Deus! Não sei se vai conseguir, filhotes são bagunceiros.”
“O NOSSO CACHORRINHO!” Kath gritou e veio correndo até nós. “Posso brincar, mamãe?”
“Pode, mas toma cuidado com ele e pra ele não fazer bagunça dentro de casa.”
“Tudo bem.” Ela pegou o cachorrinho. “Como é o nome dele, papai?”
“Eu tinha pensado em Buddy, se vocês concordarem.”
“Buddy? Que lindo, amor.”
“Também gostei.” Ela sorriu e saiu andando com Buddy.
“Aqui fora ta um pouquinho entediante...” Ele riu. “Vamos até lá em cima, me mostra o que comprou.”
“Sei que é pra ver o que eu comprei... Mas, vamos.” Ri também.
Subimos pra lá, Alli e Jake seguiram a gente porque também estavam entediados. Entreguei tudo que tínhamos comprado pra cada um deles, desci e entreguei pros nossos pais e irmãos também. Quando subi de volta, eles estavam provando as roupas.
“Ui, que lindos!”
“Cunhada, que roupas são essas? Meu Deus! Sabe meu gosto certinho.” Alli disse enquanto se olhava no espelho com a blusa nova.
“Que bom que gostou, vi na vitrine e achei a sua cara.” Sorri e sentei na cama. “E vocês, meninos, gostaram?”
“São muito loucas, amor.” Cody me beijou.
“Não vou te beijar, mas eu gostei, baixinha.” Jake riu.
“Eu dispenso o beijo, Jake.” Ri.
Peguei o boné que Kath tinha escolhido pro Cody. “Kath que escolheu pra você, mô.”
“Eu jurava que você tinha escolhido os dois, estão tendo os mesmos gostos.”
“Eu escolhi o outro.”
“Os dois fazem meu estilo.”
Eles ficaram provando as coisas, mas eu já estava ficando com sono pela viagem. Ainda tinha que ajudar Kath no banho e tomar o meu. Quando desci, ela dormia no sofá, com Buddy ao seu lado e meus pais e os do Cody estavam lá conversando.
“Vish, acordo ela pra dar banho ou não?”
“Acho melhor não, filha, amanhã de manhã você dá, ela deve estar cansada da viagem.”
“Acredito que sim, porque eu estou super cansada, imagina ela que ficou correndo pelo quintal?”
“Deixa que eu levo ela.” Meu pai se levantou e pegou a pequena no colo.
Me despedi deles, porque já ia dormir e levei Buddy pra cima, meu pai deixou a pequena no quarto dela. A troquei e voltei pro meu quarto. Coloquei Buddy em seu caminha, que Cody tinha colocado no nosso quarto. Cody foi pro banho comigo, mas eu estava totalmente cansada pra qualquer tipo de coisa. Fomos pra cama e dormimos de conchinha.
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No próximo, temos a outra surpresa do Cody e, bom, essa promete! Então comentem, porque sem comentários EU NÃO VOU POSTAR! Conto os comentários daqui e os pelo twitter então façam esse favor de comentarem u.u  Xoxo

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Capítulo 85

 Chequei alguns pacotes de viagem, pensei e seria mesmo bom passar um tempo com ela longe da preocupação. Fechei um de 4 dias, iríamos amanhã cedo. Avisei Kath, que se animou bastante. Comecei a arrumar minhas coisas e Alli chegou da faculdade.
“Vo-você ta indo e-embora?” Apontou pra minha mala.
“Não, Alli, vou viajar com a Kath, sua mãe que deu a ideia.” Guardei uma blusa na mala.
“Que susto!” Colocou uma mão no peito. “Pensei que tava indo embora. Quer ajuda?”
“Adoraria.”
Ela me ajudou, Kath disse que já tinha arrumado sua mala, mas depois eu ia conferir. Almoçamos. Tia Angie, tio Brad, Alli, Jake e Tom foram pro hospital e eu acabei de arrumar minhas coisas, estava checando a de Kath quando eles chegaram.
“Cunhada, eu acho que o Cody ta se apaixonando de novo por você.”
“Concordo com a Alli, ele só sabe falar em você, Manu.”
“Acho muito cedo pra vocês acharem isso.” Disse sem tirar os olhos da mala.
“Não é cedo, vocês estão juntos há quase 6 anos, é normal que ele ainda sinta o que sentia.”
“Não sei... Prefiro esperar ele lembrar do que me precipitar.” Suspirei e olhei pra eles. “Um dos dois pode ir no meu lugar amanhã de manhã?”
“Eu vou, Alli tem aula.”
“Eu posso...”
Interrompeu ela. “Não vai faltar.”
“Mas amor...”
“Não, princesa.”
~POV Cody Simpson~
No dia seguinte, acordei no mesmo horário pra esperar ela, mas meu café ficou lá por um tempo... Ouvi duas batidas na porta, esperei ser ela, mas era Jake.
“E ae, broh.” Fez um toque comigo e sentou.
“E ae.”
“Sei que a companhia dela é melhor, mas é o que temos pra hoje.” Riu.
“Ela não vem? Eu disse ou fiz algo errado?”
“Não, ela foi viajar.”
“Porque ela não me disse nada?”
“Porque ela decidiu ontem a tarde.”
“Ah...”
“São só 4 dias, não se preocupe, ela volta.”
“Então pode me ajudar nesse tempo, Jake?”
~POV Manuela Albuquerque~
Desembarquei com Kath em Washington, ela estava maravilhada com tudo, principalmente com o voo por ter sido seu primeiro. Fomos pra sala de embarque pra pegarmos as malas.
“Elas vem nisso, mamãe?” Apontou pra esteira.
Ri. “Sim, fique atenta pra achar as nossas.”
“Ali!” Ela apontou pra sua mala do Mickey.
Pegamos a dela, esperamos a minha e fomos num taxi até o hotel, que devia ser perto dali. Ela olhava por uma janela e eu estava com a cabeça apoiada no braço que estava no apoio da janela. Só conseguia pensar nele, a essa hora eu estaria com ele, como ele teria recebido a notícia? O que estaria sentindo por eu não ter ido? Logo estávamos no hotel, que era lindo por fora. Confirmei as reservas e fomos pro nosso quarto. Ela se jogou na cama.
“Cansei minha beleza com a viagem, mamãe.” Tirou uma mecha de cabelo do rosto.
“Acho que alguém ta passando muito tempo com a tia Alli.” Ri.
“Ela riu também. “Só um pouquinho.”
Ela quis ir pra piscina logo depois, aceitei. Coloquei meu biquíni, ajudei ela com o maiô e nós descemos, entramos na parte mais rasa da piscina, enquanto ela nadava, eu observava um casal que me lembrava eu e Cody. Alguns flashs vieram em mente.
~Flashback 1~
Cody me puxou mais pra perto, colando nossos corpos e me beijou calorosamente. Suas mãos estavam dentro da minha blusa quando eu parei.
“Para com isso.” Disse baixo.
“Tem medo de não aguentar?” Ele disse no mesmo tom com uma voz sexy.
“Você que deveria ter medo, eu posso ser muito má.” Mordi o lábio.
Ele ergueu uma sobrancelha e sorriu. “Pode ser má, eu não ligo.”
“Eles vão perceber e vão zoar a gente, melhor eu não fazer nada.”
O povo tava percebendo mais ou menos nossa conversa, apesar de estarmos quase sussurrando.
“Melhor a gente sair da piscina antes que eles dois passem dos beijos.” Cambo apontou pra gente e nós rimos.

~Flashback 2~
Cody me pegou no colo e pulou na piscina.
“Amor! A pequena ta sozinha lá em cima.”
“Ela ta dormindo, vamos aproveitar.” Me prendeu na parede entre seus braços.
“Antes você vai me pegar.” Ri e mergulhei por baixo dele.
Ele veio atrás de mim, eu estava em uma ponta e ele na outra, agora. Fomos um em direção ao outro e nos beijamos debaixo da água, só subimos quanto faltou fôlego.
“Eu te amo.” Entrelaçou os braços na minha cintura.
“Eu te amo.” Entrelacei os meus em seu pescoço e nos beijamos novamente.

Lágrimas inundaram meus olhos, mas eu não podia chorar ali.
~POV Cody Simpson~
Jake tinha saído pra buscar algumas coisas que me ajudariam. Depois do almoço meus pais e Tom, que agora eu sabia que era meu irmão, deram uma passada por aqui, mas como era sábado, eles fariam algo com ele esta tarde. Jake entrou com Alli logo depois de eles irem embora, ambos carregavam uma caixa.
“Trouxemos algumas coisas que podem te ajudar.”
“O que?”
“Fotos.” Alli sorriu e sentou ao meu lado.
Jake puxou uma cadeira e também sentou. “Se o doutor nos pegar mostrando-as pra você estamos encrencados.” Riu.
“Vamos rápido, temos 3 dias e meio.”
“Okay.” Abriu a caixa que carregava. “Quer que eu resuma o que ela é pra você antes de mostrar as fotos?”
“Por favor, irmã.”
“Bom, segundo o que você sempre diz, ela é a mulher que Deus escolheu pra você. Vocês se amam muito e estão juntos há 6 anos.”
“6 anos?”
“Sim, ninguém acreditou quando você deu uma aliança de compromisso pra ela.” Jake riu.
“E a minha? Onde está?”
“Aqui.” Alli tirou uma caixinha vermelha da caixa e me entregou. “ O doutor pediu pra guardarmos pra não termos que explicar sobre ela.”
Abri, só tinha a minha ali, a analisei e sorri ao ver “Manuela” gravado dentro dela. “A outra ta com ela?”
“Sim, ela não tirou um só segundo.”
Eles me mostraram as fotos de viagens, dia-a-dia, com eles, família, mas a caixa que estava com Jake ainda não tinha sido aberta, ela era ainda maior.
“E essa?” Apontei pra caixa.
“Essa é de 5 anos pra cá.”
“Porque separaram?”
“Pra não te deixar confuso. Daqui a pouco mostramos essa.”
Senti uma forte dor de cabeça, a dor passou rápido e em seu lugar, eu recebi uma lembrança que não tinha nas fotos... Estávamos em uma praia, eu tinha um violão e cantava pra ela. Mas, eu não consegui lembrar de mais do que isso.
“Cody, você ta bem?”
“Estou, Alli, eu me lembrei de estar cantando pra ela numa praia.”
“Foi no aniversário de 17 anos dela.”
“Quero ver o restante das fotos, quem sabe não me lembre de mais coisas?!”
Antes de eles me mostrarem, o doutor entrou com uma enfermeira pra tirar meus pontos, isso foi rápido. Eles saíram e eu abri a caixa.
“Tenha calma pra processar as informações.”
A primeira foto era uma em que ela estava grávida, na sequência tinham muitas outras, meus olhos já estavam cheios de lágrimas, mas quando vi a do nascimento desabei.
“Eu tenho uma filha?”
Jake assentiu. “Você e a Manu têm uma filha.”
Tentei me lembrar de algo. “Kath?”
“Você se lembra?”
“Vagamente, há alguns dias me veio a imagem de uma garotinha com o nome de Kath, Katheryn, eu acho.”
“Sim, Katheryn, Manu foi viajar com ela pra passar o aniversário longe do clima hospital/casa que estão...”
“Eu to fazendo minha filha sofrer perto do aniversário?”
“Calma, Cody. Você não tem culpa e a Manu não disse exatamente o que ta acontecendo com você... Kath acha que você está ‘dormindo’.”
“Do mesmo jeito, Alli...” Respirei fundo.
Continuei vendo as fotos enquanto pensava em um jeito de receber alta antes que elas voltassem, eu faria o possível pra conseguir lembrar de tudo. Depois de me contarem do aniversário dela, me lembrei de que o da Manu era no dia em que elas voltariam, exatamente 3 dias depois do da Kath, eu tinha que preparar algo pras duas e precisava da ajuda de Alli e Jake.
~POV Manuela Albuquerque~
Pela noite, jantei com ela em um dos restaurantes do hotel e subimos pro quarto. No dia seguinte iríamos pro centro comprar o presente dela e mais algumas coisas. Ela dormiu enquanto eu acariciava seus cabelos e resmungou um pouco quando meu celular tocou. Era um número que marcava-se como restrito, meu coração foi à mil pensando em algo ruim.
~Ligação Onn~
“Alô?”
O silêncio ficou do outro lado da linha.
“Alô?” Repeti.
“Eu te amo, sinto sua falta...”
~Ligação Off~
Meu Deus! Quem seria? Pensei na hipótese de ser o Cody, mas ele não tinha mais meu número por estar sem seu celular, mas e se alguém tivesse dado pra ele? A voz estava baixa e não deu pra eu reconhecer. Depois da ligação, fiquei rolando na cama sem conseguir dormir, peguei no sono já eram, mais ou menos, 4 da manhã...
~POV Cody Simpson~
Pela noite me esforcei muito e minha cabeça parecia cooperar comigo, já conseguia me lembrar de muitas coisas, ainda me lembrei de uma coisa que me fez ter uma boa ideia de algo pra fazer. Hoje, conversaria com o doutor de tudo que eu havia lembrado, quem sabe assim eu poderia receber alta. Enquanto ele não vinha, fiquei pensando se a Manu tinha pensado ser eu na ligação, mas não tive coragem de ligar novamente ou falar algo a mais.
“Quer falar comigo?” O doutor perguntou ao entrar no quarto, me fazendo sair de meus pensamentos.
“Quero... Eu me lembrei de tudo, eu acho.”
Contei pra ele algumas coisas, até de infância, e como eu vim parar aqui.
“Isso é ótimo, garoto!”
“E, assim, pode pensar na possibilidade de me dar alta? Eu posso continuar me cuidando em casa e voltando quando você pedir.”
“Deve querer muito sair daqui, principalmente agora que se lembrou de tudo... Quem sabe daqui a pouco eu passe aqui com sua alta.” Ajeitou o jaleco, sorriu e saiu do quarto.
Como eu estava com o Iphone da Alli, mandei uma sms pro Jake falando que estava dando certo até agora e que era provável eu ter alta, já tinha tirado o número do restrito.
~POV Manuela Albuquerque~
Depois do café, já saímos pro centro. Kath não se decidia sobre o presente, já tinha escolhido uns três diferentes...
“Mamãe, eu quero os três.”
“Mas, filha...”
“Por favor...” Ela fez becinho.
“Okay, okay, okay... Você sabe que quando a gente voltar vai ter os presentes dos seus tios e avós, não sabe?”
“Sei.” Ela sorriu.
“E vai querer três?”
“É porque eu amo o Mickey, mamãe, tenho que levar os dois e o outro eu gostei.”
“Sim, ta passando muito tempo com a Alli...” Neguei com a cabeça enquanto ria.
No fim, compramos os três, peguei algumas coisas pra mim, algumas coisas pra Alli, Cody, Jake, meus pais, os pais do Cody, nossos irmãos... Estávamos cheias de sacolas, quer dizer, Kath só levava as três dela, porque era o que aguentava. Meu celular tocou, mas não consegui atender, ele ficou tocando por um bom tempo, depois retornaria pra quem fosse. Quando já íamos entrar em um restaurante, Kath parou em frente a uma loja que tinham vários bonés.
“Mamãe, vamos comprar pro papai!”
“Já compramos muitas coisas, pequena.”
“Só mais dois bonés, só dois.” Apontou pra um dos da vitrine. “O papai vai gostar.”
Realmente fazia o estilo dele... Compramos alguns bonés na loja e agora eu não gastaria mais nada, a não ser com o almoço.

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Meninaaaaaaas, desculpem a demora... Bom, esse ta com uma página a mais hahahahaahaha. Como estamos na reta final, seria bom que vocês comentassem por aqui ou mandassem o que acharam para o meu twitter, que é o @MyAngelSimpson4 , como todos sabem. O que o Cody está planejando, na opinião de vocês? COMENTEM E EU CONTINUO!